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7 Maneiras simples de evitar alergias respiratórias

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Basta a temperatura cair um pouquinho para doenças respiratórias alérgicas como rinite, bronquite e asma aparecerem. Esses problemas têm como sintomas garganta seca, tosse, falta de ar, nariz irritado e acúmulo de muco, e são gerados por diversos fatores.

Geralmente, essas doenças ocorrem porque, quando está frio, as pessoas tendem a usar roupas guardadas por um longo período e a passar maior tempo em ambientes fechados, ficando mais expostas a ácaros e outros agentes que geram o problema. Além disso, o tempo seco e gelado resseca as mucosas nasais, que têm como função inibir a entrada de poluição, poeira e micróbios no organismo.

  • Maneire no uso do umidificador

Embora aumente a umidade do ar e ajuda a respirar melhor, o aparelho deve ser utilizado durante três a quatro horas por dia. Motivo: seu uso indiscriminado pode tornar o ambiente úmido demais, deixando o local perfeito para a proliferação de mofo, bolor e ácaros

  • Lave os casacos antes de usar

Muda o clima, você veste aquele casaco que ficou meses no guarda-roupa e vai para a rua carregando um monte de ácaros e fungos. Isso é um grande erro. O ideal é lavar as peças e deixá-las secando ao sol antes de usá-las e repetir o processo ao menos uma vez ao mês. Assim, acaba com os micro-organismos e sujeiras que provocam alergias.

  • Coloque capa no colchão e nos travesseiros

Os ácaros comem “restos” de pele que ficam sobre a roupa de cama. Quando você encapa o local onde dorme, esse bichinhos terríveis não conseguem penetrar no colchão e montar seu ninho. Além de usar capas, lave lençóis, fronhas e cobertas semanalmente e os deixe secando no sol, pois a alta temperatura mata esses micro-organismos.

  • Mantenha o ambiente ventilado

Eu sei que está batendo um vento frio lá fora. Mas abra portas e janelas ao menos uma vez ao dia para permitir a circulação do ar. Com isso, você manda embora inúmeros agentes que podem causar doenças respiratórias.

  • Tome bastante água

No frio, é comum ingerirmos menos líquidos. Isso pode fazer com que seu corpo fique desidratado e provocar o ressecamento das mucosas nasais, que defendem nosso organismo de agentes que causam alergia. Portanto, procure beber de 1,5 a 2 litros de água por dia.

  • Aposte no soro fisiológico

Use o produto de três a quatro vezes por dia para lavar o nariz. É uma boa saída para hidratar as mucosas e respirar melhor.

  • Deixe um balde com água ou panos úmidos no quarto

Essa é uma forma simples de aumentar a umidade do ar –o que facilita a respiração — sem tornar o ambiente propício para a proliferação de fungos. Diferentemente do umidificador, o balde com água pode ficar o dia inteiro no cômodo.

Fonte: BOL


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Nem toda tontura é labirintite

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Saiba quais são os possíveis problemas que causa o incômodo:

A tontura é uma das maiores queixas nos consultórios, ficando abaixo apenas da dor de cabeça, principalmente entre os idosos. A sensação, mesmo quando intensa, pode ocorrer por um problema leve e ser momentânea, mas também pode ser indício de alguma doença mais séria. Em ambos os casos compromete a qualidade de vida.

O sucesso do tratamento depende totalmente da identificação da causa da tontura. É preciso conversar com o paciente, entender o que ele descreve como tontura e saber a frequência e a duração das crises. Há também um exame que deve ser realizado que, além de ser preciso, não desencadeia tontura na hora do teste: o paciente coloca um óculos com dois sensores ― um de movimentação da cabeça e outro que detecta a movimentação ocular. Desta forma, é possível identificar, a partir de pequenos impulsos da cabeça, a relação entre o movimento produzido e o movimento reflexo dos olhos e, deste modo, analisar o funcionamento do labirinto.

O diagnóstico é fundamental para direcionar o tratamento e a medicação correta. Muitos pacientes acabam procurando remédios para labirintite, que não está nem entre as dez principais causas de tontura. A maioria deles possui outra doença do labirinto, sendo a mais comum a Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB), que é tratada no consultório. Esses pacientes costumam se beneficiar com alguns movimentos na cabeça sem a necessidade de medicamentos. É importante ressaltar que medicamentos para a tontura usados indiscriminadamente podem até agravar o problema, finaliza.

Fonte: REVISTA PENSE LEVE


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O que são Doenças cardiovasculares e principais tipos

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As doenças cardiovasculares são um conjunto de problemas que atingem o coração e os vasos sanguíneos, provocando doenças e graves complicações à saúde da pessoa, como infarto, insuficiência cardíaca, arritmias, AVC ou outros tipos de alterações na circulação de sangue.

Estas doenças afetam, geralmente, mais homens do que mulheres, em idades acima dos 50 anos. O risco de desenvolver as doenças cardiovasculares é muito maior em pessoas com colesterol alto, diabetes, pressão alta e com hábitos de vida pouco saudáveis, como sedentarismo, obesidade ou com níveis elevados de estresse, por isso, na maioria das vezes, é possível prevenir estas doenças.

É importante que essas doenças sejam prevenidas pois, além de provocarem diversos sintomas desconfortáveis, como falta de ar, dor no peito e inchaço no corpo, elas são a principal causa de morte em todo o mundo. Entenda como funciona o sistema cardiovascular e por que importante que o seu funcionamento esteja saudável.

Quais são os tipos 

Pode-se considerar 2 tipos de doenças cardiovasculares: aquelas que apresentam sintomas, como angina ou arritmias cardíacas e aquelas como aterosclerose ou hipertensão, que em geral não apresentam sintomas. Estes, por serem silenciosos, são motivos para que se procure o cardiologista regularmente, para fazer check-ups de rotina, principalmente para quem já tem histórico familiar de doenças no coração.

A doenças do coração mais comuns são:

  • Hipertensão;
  • Infarto agudo do miocárdio;
  • Angina do peito;
  • Doenças nas válvulas cardíacas;
  • Doenças cardíacas congênitas;
  • Endocardite;
  • Arritmias cardíacas;
  • Miocardite;
  • Tumores no coração.

Asdoenças cardiovasculares são mais comuns em pessoas acima de 50 anos e em idosos, podendo ser resultado de hábitos pouco saudáveis ao longo da vida, como má alimentação, tabagismo, sedentarismo ou estresse excessivo.

Principais sintomas

Os sintomas das doenças cardiovasculares são variáveis, e estão normalmente associados ao tipo de doença que a pessoa tem e os órgãos mais afetados, podendo variar desde estágios silenciosos até aqueles em que a pessoa já tem graves limitações, como dificuldade em respirar, dor no peito, desmaio, alterações no ritmo cardíaco ou inchaço nas pernas.

Normalmente, os sintomas só começam a aparecer em fases em que a doença já está instalada, dificultando a sua prevenção, sendo muito importante realizar exames médicos complementares que permitam fazer o diagnóstico correto e iniciar o tratamento o mais breve possível, tanto para aliviar os sintomas como para evitar a piora do quadro. Saiba mais sobre como identificar os sintomas que indicam doenças do coração.


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GRIPE ou RESFRIADO: qual a diferença?

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As duas doenças são comuns no inverno e causam dúvidas sobre suas diferenças:

Gripe

  • Início súbito
  • Sintomas generalizados
  • Febre, calafrios, dores musculares, tosse, dor de garganta, mal-estar geral e perda de apetite
  • Duração entre uma e duas semanas
  • Vírus Influenza
  • Complicações graves

Resfriado

  • Início gradual
  • Sintomas localizados (nariz e garganta)
  • Coriza, congestão nasal e tosse
  • Rápida recuperação (<4 dias)
  • Outros vírus (Ex. Rinovírus)
  • Complicações leves/ moderadas

Como se transmitem?

Por meio de gotículas eliminadas ao tossir ou espirrar.

Como prevenir?

  • Lavar as mãos com água e sabão ou gel alcoólico;
  • Evitar locais aglomerados ou fechados;
  • Cobrir a boca/o nariz com papel ao tossir ou espirrar;
  • Vacinar-se.

Como tratar?

  • Analgésicos e antitérmicos;
  • Repouso e hidratação são recomendáveis;
  • Medicações antivirais (nas primeiras 48 horas após início, em pacientes com fatores de risco para complicações ou casos severos da doença).

Quais são os fatores de risco para complicações?

  • Crianças com até 2 anos;
  • Adultos com mais de 60 anos;
  • Gestantes;
  • Obesos;
  • Imunossuprimidos;
  • Portadores de condições crônicas.

 


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Catarro com sangue: Médicos explicam o que pode ser e o que fazer

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O muco ou como é mais conhecido o catarro é um líquido viscoso composto basicamente de água, glicoproteínas, sais e restos celulares. Um catarro “normal” é incolor, líquido ou pouco viscoso e não apresenta nenhum cheiro. Quando ele apresenta alguma característica diferente destas três é sinal de que algo não está certo e será necessário avaliar, como por exemplo, catarro com sangue. Neste caso, é importante saber o que pode ser e o que fazer.

Pode não ser nada

Geralmente, o catarro com sangue em pouca quantidade, não é nada. Às vezes um tempo seco provoca o ressecamento das vias aéreas levando ao rompimento dos vasinhos das narinas. Assim quando assoamos o nariz, o catarro vem com ¡lamento de sangue. Catarro com ¡lamentos de sangue é muito comum, quando estamos com as vias aéreas muito irritadas e com muita coriza. Os vasinhos também rompem nestes casos.

Doenças mais graves

Na medicina, catarro com sangue chama-se Hemoptise e isso pode ocorrer por diversas causas, sendo situações mais leves como ruptura de vasos nasais e pequenos traumas até uma tuberculose ou câncer de pulmão. Entre as infecções mais comuns que podem causar sangue no catarro são a pneumonia, tuberculose, infecções por fungos e o abscesso pulmonar.

De acordo com o Dr. Pedro Pinheiro, especialista em Medicina Interna e Nefrologia, a tuberculose pode causar lesões permanentes nos brônquios, deixando os dilatados e cronicamente infectados, ou seja, causar uma bronquiectasia que causa a hemoptise. Nesta situação de infecção é necessário buscar um especialista na área médica, como o pneumologista, para que seja realizado um exame clínico e de imagem como radiografia ou tomografia para o diagnóstico.

Outra causa muito comum é o câncer de pulmão que pode apresentar tumores ou alguma metástase. Lembrando que a idade avançada, fumo e emagrecimento contínuo são sinais para este tipo de diagnóstico que podem ser confirmados com exames de imagem.

Uma causa, porém menos comum, são as vasculites, uma infamação dos vasos sanguíneos que causa mudanças nas paredes dos vasos e não tem cura. Além disso, doenças autoimunes como Lúpus, também podem provocar catarros com sangue, por isso toda e qualquer alteração no catarro deve ser observada com atenção e procurar um médico especialista para que seja avaliado o quadro clínico.

Fonte: DIÁRIO DE BIOLOGIA


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